Agora
Chega de horrores, calamidades,
Apocalipses, desastres
Ou a paciência em sociedade
De quem tem alguém que admira.
Basta de terremotos, furacões,
Maremotos, explosões
Ou discussões de relacionamento
Onde não há bom tratamento.
Já foi a vez dos vexames,
Corrupções, traições
Ou aquilo que não foi correspondido
Por algo mastigado e mordido.
Vem aí o momento, era nova:
De acreditar na maldita alegria
Alguém diz: "Aquilo?","Uma ova!
Prefiro o sufoco de dizer sorria!"
Porque não é da vida pensar demais
Divertir-se não é pecado nem difícil
Não pensar e sim divertir;
Esquecer pra depois não sentir.
Apocalipses, desastres
Ou a paciência em sociedade
De quem tem alguém que admira.
Basta de terremotos, furacões,
Maremotos, explosões
Ou discussões de relacionamento
Onde não há bom tratamento.
Já foi a vez dos vexames,
Corrupções, traições
Ou aquilo que não foi correspondido
Por algo mastigado e mordido.
Vem aí o momento, era nova:
De acreditar na maldita alegria
Alguém diz: "Aquilo?","Uma ova!
Prefiro o sufoco de dizer sorria!"
Porque não é da vida pensar demais
Divertir-se não é pecado nem difícil
Não pensar e sim divertir;
Esquecer pra depois não sentir.
Muito bom, secesso
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